quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Olha outra pérola aí...


Quer saber onde o Wolverine apareceu pela primeira vez? Pois bem, foi nessa revista que eu agora tenho em mãos: a edição original da primeira aparição de Wolverine. Um mero coadjuvante na revista do Incrível Hulk que se meteu em uma briga entre o Golias Esmeralda e o monstro canadense chamado Wendigo.
Na ocasião, Wolverine era uma espécie de caçador do governo canadense que atravessava o caminho do Hulk. Wolverine foi escalado para destruir Wendigo. O mutante, mesmo depois dessa aparição, não fez muito sucesso. Porém, quando foi escolhido para fazer parte da reformulação dos X-Men, aí sim, o baixinho invocado se destacou.
Na verdade, todo o sucesso de Wolverine se deve a fase em que os X-Men eram desenhados por John Byrne e os argumentos eram escritos por Chris Claremont. A dupla conseguiu destacar os poderes do mutante e praticamente definiram a sua personalidade.
Mas... tudo começou com essa revista aí de cima. A edição 181 da primeira série do Hulk nos EUA. No Brasil ela foi lançada pela Rio Gráfica Editora em uma revista regular do Hulk. Anos mais tarde foi republicada pela Editora Abril como uma história especial também na revista regular do Hulk.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

O Homem-Brinquedo dos Superamigos


No final da década de 70, início e meados da década de 80 no Brasil, um desenho era febre entre as crianças. Alguém aí se lembra do desenho dos Superamigos? Quem assistiu ao desenho se lembra da Legião do Mal, quase toda ela era feita de vilões do Batman, e entre eles o Homem-Brinquedo. Uma figura que parecia um Bobo-da-Corte do mal, essa figurinha na foto aí do lado. O problema é que o Homem-Brinquedo não era um inimigo do Batman, como apregoava a série animada, mas sim do Super-Homem e que nos quadrinhos teve uma vida muito curta.
Este personagem de voz esganiçada é baseado em um segundo Homem-Brinquedo chamado Jack Nimball. É bom lembrar que vários criminosos assumiram este nome nas histórias do Super-Homem. O primeiro foi Winslow Schott. O coroa gordinho baixinho possuía um arsenal na forma de brinquedos de criança. Winslow era filho de um fabricante de brinquedos que teve sua loja tomada por gangsters para ser usada como fachada para suas operações ilícitas. Quando a policia desmantelou todo o esquema, o pai de Winslow foi preso, e ele foi mandado para um orfanato onde sofreu inúmeros abusos e sua sanidade mental foi pro ovo. Quando cresceu, Winslow palnejou seu primeiro crime. O problema é que escolheu a cidade errada para a estreia. Em Metrópolis, o Superman impediu a sua primeira investida.
Jack Nimball, o nosso Homem-Brinquedo, em questão, foi o segundo bandido a assumir este codinome. Ele faz quase a mesma coisa que Winslow faz e aparece logo depois que Winslow abandona a vida criminosa. Mas, teve vida curta. Na revista “Superman vol.1 305” ele é morto pelo próprio Winslow Schott que reassume seu velho codinome.
Essa figura de vida curta nos quadrinhos ganhou notoriedade por conta do desenhos da década de 70, os Superamigos. Mais uma confusão dos desenhos animados para adaptar os personagens para as telinhas.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Não tem negócio, como sempre...


Essa edição que agora vos apresento, (é uma reprodução da internet, claro) é a capa da edição original da revista Speed Racer. O número 1 lançado nos EUA e Japão, não simultaneamente. O que eu tenho agora na minha estante é a mesma edição lançada no Brasil em 1978. Consegui depois de garimpar sebos reais e sebos virtuais.
A edição que minha santa mãe comprou para mim em 1978, quando eu tinha 5 anos, se pedeu com o tempo. Mas felizmente consegui recuperar a pérola. Está um pouco velha e maltratada, mas está inteira, com todas as páginas e sem carimbos de sebos. Não é uma edição de colecionador. Inacreditavelmente ela conseguiu sobreviver todos esses anos esquecida em algum sebo e sofreu poucos danos. A edição brasileira foi publicada pela boa e velha Ebal. A edição que tenho em mãos é a da Ebal, mas há uma outra, mais nova da Rio Gráfica Editora, que publicava revistas de personagens de TV.
Foi com essa revista que aprendi a ler. E como de praxe, não tem negócio. Não é peça de exposição... Sorry... he he he

domingo, 25 de outubro de 2009

Você sabe o que é um Nulificador Total?


Numa dessas noites sem ter o que procurar na internet digitei no Pai dos Burros Virtual, o Google, "nulificador total". Para quem não sabe, o Nulificador Total foi utilizado por Reed Richards para afastar Galactus, o Devorador de Mundos, do planeta Terra. É uma arma capaz de destruir todo um universo. A tal arma apareceu nas primeiras edições do grupo, quando também apareceu pela primeira vez nos quadrinhos o Surfista Prateado.
Porém, o que mais me impressionou nessa busca foi o fato de ter encontrado um milhão de informações erradas sobre o tal nulificador total.
A Wikipédia, que em tese, seria confiável, fala tudo errado sobre o aparelho. A principal informação, eu não vi nenhum site dizer. Bom eu explico:
Quando Galactus invadiu a Terra, invencível, a morte do planeta era algo iminente, e sem poderes para destruir seu algoz, os heróis do planeta Terra entraram em desespero. O Quarteto Fantástico, que travou uma batalha com o gigante cósmico não tinha mais forças e nem recursos então... Reed Richards, com seu intelecto superior "inventou" o Nulificador Total, uma arma capaz de destruir o Universo inteiro. Galactus ficou com medo (isso mesmo, Galactus ficou com medo) e decidiu poupar a Terra e ir embora.
Só que o tal Nulificador não existia de verdade, não era nada, era um blefe de Richards que conseguiu afastar Galactus e nenhum site, blog, ou qualquer outro meio de comunicação virtual onde encontrei a sentença "nulificador total" diz isso!
Bom, essa é a verdade, e está tudo aqui, na revista que eu tenho em minhas mãos publicada ainda pela editora Abril na década de 80. Escrita por Stan Lee e desenhada por Jack Kirby.
Não acreditem em tudo o que a Wikipédia diz...

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Alguém ai se lembra de Rob Liefeld?



Alguém ai se lembra de Rob Liefeld? Pois bem, foi esbarrando em um de seus desenhos que resolvi desenterrar essa figuraça dos quadrinhos e escrever esse post.
As ilustrações aí ao lado, mostram bem por que Rob Liefeld ficou conhecido no mundo dos quadrinhos como o pior desenhista de todos os tempos. Além de não ter a menor noção de anatomia humana, Liefeld era arrogante e cobrava caro (?) pelo seu traço.
O Namor, a segunda ilustração desse post, que Liefeld desenhou para uma série de cards da Marvel, ganhou uns dezesseis músculos diferentes, todos inventados por Rob. Dá uma olhada no braço do Príncipe Submarino e veja se não tenho razão? Isso sem falar no desenho do Capitão América, o primeiro desse post, que virou um clássico e ganhou até uma paródia. Enfim, obras de arte.
A razão para que o Mucufo relembre a "obra" dessa criatura é que Rob Liefeld reclamou de Alan Moore; continua o projeto de desenhar a Bíblia; e está tentando, há um ano, terminar "Onslaught Reborn", uma minissérie de cinco edições semanal. Essa me pareceu uma boa ocasião para voltar a falar mal de Liefeld.
Outra boa mostra dos poderes de Liefeld está no site Progressive Boink, que fez uma lista dos 40 piores desenhos do dublê de desenhista. Problemas de anatomia e proporção; mulheres com a espinha dorsal em arco; pés e mãos pra lá de bizarros; olhos que nunca se abrem; os milhões de dentes na boca entre tantos outros "defeitos". Está tudo lá. Clique aqui e confira.
O que você precisa saber de mais importante antes de conhecer as aberrações que Rob Liefeld desenhou é que ele nunca viu ou conversou com uma mulher na vida e não tem idéia de como elas se parecem nem como o corpo delas funciona.
Rob Liefeld ainda é contratado para trabalhar nas grandes editoras de quadrinhos (Deve ter um empresário muito bom, tipo o que colocou o goleiro Doni no Roma da Itália). Ele é um dos artistas de HQ de maior sucesso, reconhecimento e popularidade na história, apesar de ser difícil de trabalhar, ególatra, teimoso e de perder prazos constantemente. Ele tem mais dinheiro do que muitos de nós vão ver na vida. E não consegue desenhar um pé.
Se quiser conhecer mais sobre esse "mago" dos quadrinhos entre aqui e descubra por que todo mundo que vê esses "coisas" que ele chama de desenhos, acredita que pode sair desenhando e se tornar um grande profissional de quadrinhos.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Alice, pelada, no País das Maravilhas


Mais conhecido entre os editores de quadrinhos, para os quais já fez capas de Pato Donald a Doutor Estranho, o artista Frank Brunner resolveu criar uma versão à Milo Manara (famoso quadrinista italiano de quadrinhos eróticos) de uma das personagens mais populares na literatura infantil: Alice, aquela do País das Maravilhas. Não me perguntem porque Alice está completamente nua entre os persoonagens, mas o fato é que ela está, e os personagens, estão sabendo disso e não agem como se ela estivesse vestida.
Bom, não é uma versão pornô, é erótica, e Brunner não foi o pioneiro. Ele não é o primeiro a explorar a personagem de Lewis Carroll em um contexto erótico. O famoso e premiado roteirista de quadrinhos Alan Moore já usou a mesma Alice, além de Dorothy (O Mágico de Oz) e Wendy (Peter Pan), em uma novela gráfica cuja linha narrativa era regida pelo sexo. O álbum, chamado Lost Girls, foi publicado em três volumes em 2006. E para desespero dos senhores leitores, esse eu tenho he he he... (sim, desespero, por que eunão empresto nem sob tortura).

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Porrada!


Uma das melhores, se não, a melhor história do Capitão América - quando este ainda não tinhamorrido e a identidade era a do famoso Steve Rogers. A revista - uma edição importada que eu consegui colocar em minha estante esta semana - foi lançada aqui no Brasil pela editora Abril lá no início da década de 80 na extina revista, em formatinho, do Capitão América, outra edição que eu tenho.
Como vocês podem ver na capa, o Golias Esmeralda, o bom e velho Incrível Hulk, acabou com o Capitão América, bateu muito no velho soldado e tentou de todas as formas destruir o escudo de adamantium do herói. Não conseguiu, ficou muito puto e quase arremossou o escudo na estratosfera.
O Capitão só recuperou o escudo dias depois agora já não me lembro aonde.
Infelizmente, são poucas as histórias da Marvel que hoje são tão boas quanto essas. Bons tempos que não voltam mais. Quem sabe agora o Pato Donald não trava um combate heróico contra o Hulk? Ou o Super-Pateta não arrebenta a cara do Homem-Aranha.

Prestígio é isso aí


O título acima não remete a nenhum chocolate. Mas a série animada, Os Simpsons, tem prestígio de sobra. Aqui e na terra onde nasceu, os EUA. Por lá, o desenho completa 20 anos de exibição, bateu recordes e se transformou em uma das séries mais antigos, ainda no ar.
Para comemorar a boa performance do desenho animado, a Playboy americana coloca na sua edição de outubro a matriarca da família Simpson, Marge Simpson, pelada na capa da revista. Tudo bem que ela não está realmente pelada, até porque ninguém ia querer ver Marge pelada, mas só a homenagem já vale a nota e mostra que o desenho é mesmo um dos mais poderosos e influentes do planeta.
A revista de "nú artístico" jamais colocou em sua capa um desenho animado. É óbvio que dentro da edição Marge não mostra a sua genitália desnuda e os cuecas de plantão podem ficar sossegados pois as coelhinhas de sempre estão estampando as páginas da revista como em todos os meses.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Essa vai para João de Oliveira!


Incrível! Como nunca pensei nisso antes?
Após receber um email do Instituto de Psicologia Crescer (Isec), sobre um Curso de Hipnose, me lembrei do meu amigo João de Oliveira. O único campista que eu conheço que leva à sério esta ciência. Vejam bem: o único que eu conheço, o que não significa que não existam outros por aí que eu nunca tenha visto.
Mas vamos ao que interessa. Recebi este email no momento em que estava lendo uma das minhas revistas prediletas, a saga "Crise de Identidade", e estava lendo uma cena em que o Conde Vertigo bagunçava a vida do Arqueiro Verde.
Pois bem, se não existia nenhum personagem com os poderes de João de Oliveira, agora eu descobri um: o Conde Vertigo!
Quem é o Conde Vertigo? O Conde Vertigo, cujo nome completo é Conde Werner Vertigo, é o conde de Vlatava (uma cidade fictícia). O personagem usa um apetrecho que causa vertigem em seus oponentes, e um uniforme que hipnotiza suas vítimas.
Aqui os meus respeitos ao cara que leva à sério a ciência da hipnose e que não abre mão de suas convicções científicas, fica aqui a minha homenegem!

Amálgama: Disney e Marvel


É uma pena que nem todas as revistas cheguem ao Brasil. Uma das capas mais interessantes dos últimos meses foi a capa da Wizard Norte Americana, que fala sobre a compra da Marvel pela Disney. Nela Wolverine está vestido de Pato Donald; Hulk de Mickey Mouse; e Homem-Aranha de Buzz Lightyear.
Em um post mais abaixo você vai poder encontrar outro amálgama excelente que mesclou, Wolverine - Hugh Jackman, do filme - com o Mickey Mouse. Parece mais um porteiro furioso do Clube do Mickey.
E sobre a revista, perca as esperanças, é importada e você não vai encontrar na Banca do Coliseu.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Por isso vale a pena ler quadrinhos


Sabe quando você olha para a estante e se orgulha de ver nela um determinado livro - no meu caso uma revista em quadrinhos - é exatamente assim que me sinto quando olha para a minha estante e vejo uma obra como essa! (essa aí da foto!)
Uma coleção de adaptações de clássicos literários marca o retorno da editora Salamandra à publicação de quadrinhos. O primeiro, "Frankenstein", já está à venda em livrarias. Não nas livrarias de Campos, seria pedir demais encontrar um livro desses por aqui.
A editora planeja lançar ainda este ano uma versão de "Robinson Crusoé". E outras três em 2010: "As Aventuras de Tom Sawyer", "Os Três Mosqueteiros" e "A Ilha do Tesouro".
Os títulos literários em quadrinhos foram publicados pela editora francesa Delcourt. A Salamandra repete no Brasil as obras e o mesmo título da coleção: Ex-Libris.
A adaptação da obra de Mary Shelley (1797-1851), que abre a coleção, foi feita por Marion Mousse, pseudônimo de um autor, um homem, que se mantém no anonimato.
O fato de as obras serem produzidas na Europa traz um diferencial à linha de álbuns. Até agora, a maior parte das adaptações lançadas no Brasil era de literatura nacional.
O que iguala a Salamandra às concorrentes é a aposta no filão das adaptações. O gênero se tornou febre entre as editoras por conta das listas governamentais de quadrinhos.
Essa primeira edição é fantástica, vi poucas adaptações tão boas quanto essa.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Dasdô, a sofredora


O cartunista Flávio (Dealmeida), colaborador da Mad e criador da revista Inflávio, disponibilizou na Internet, para download gratuito, um livro inédito de tiras da personagem Dasdô.
Durante um ano (ou mais), a personagem foi publicada nas páginas do Caderno Dmais, em O Diário. Flávio publicou as tirinhas, em outros veículos, durante pouco mais de um ano. Por aqui, em Campos, Dasdô foi publicada quase pelo mesmo período. No Twitter, o autor escreveu que há anos oferece o trabalho para editoras nacionais - em 2002, o Universo HQ publicou uma notícia na qual Flávio procurava uma “casa” para personagem. Como nenhuma manifestou interesse, ele decidiu colocar o material na web.
Na época da publicação nas páginas do Caderno Dmais, Flávio já passava pelo mesmo problema: procurava um porto seguro para a sua personagem. A publicação ajudou a alavancar a popularidade da Dasdô, mas apenas no Norte Fluminense.
A personagem, que já teve uma revista independente publicada em 1992, estava com um projeto engatilhado para sair pelo Selo Graphic Talents, da Editora Escala, porém, com a paralisação do projeto, voltou a ser “engavetada”.
"Dasdô - A vida íntima e notória de uma mulher oprimida!" tem 128 páginas em preto e branco e o download pode ser feito no site: www.mediafire.com/Livro_Dasdo.
A protagonista das tiras é uma típica (e engraçada) dona de casa, sufocada pela vida sem perspectiva que leva, à mercê do marido machão e cheia de problemas para resolver.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Gênesis em quadrinhos. Mas agora é pra valer!


No dia sete de abril de 2008 eu postei aqui neste Mucufo nosso de cada dia, uma notícia sobre uma adaptação do livro bíblico de Gênesis para os quadrinhos. Pois bem, finalmente a obra parece que está pronta.
"Gênesis" foi desenhado por um dos pais do "politicamente incorreto", o desenhista Robert Crumb. O trabalho será publicado pela Conrad, que tem em catálogo parte das obras do autor. A programação é lançar ainda este ano, em outubro, junto com outros países.
"Imagino que causará alguma confusão na cabeça dos obscurantistas. Porque é o texto bíblico sem nenhum acréscimo, mas também sem censura, ao contrário do que acontece em várias das edições existentes no mercado brasileiro", diz Rogério de Campos, diretor editorial da Conrad ao site Uol.
"No final a questão se resume ao seguinte: estão os crentes preparados para ler a Bíblia com atenção e sem preconceitos? Talvez não estejam. Mas certamente a obra chamará atenção dos leitores mais tolerantes.
O "Gênesis" é o primeiro livro da Bíblia. Relata a criação do mundo, o surgimento de Adão e Eva e os acontecimentos que iniciaram a história da humanidade sob a ótica cristã. Segundo Campos, não se trata de uma adaptação. "Pelo contrário, esse livro é provavelmente a edição mais fiel ao texto bíblico disponível nas livrarias brasileiras."
"Porque Robert Crumb foi fundo em suas pesquisas, não só iconográficas. Apoiou-se no que existe de mais profundo e atual na área de pesquisa dos textos bíblicos."
"Teve o apoio do professor Robert Alter, autor de ´The Five Books of Moses´, a célebre tradução do Pentateuco para o inglês", diz.
Segundo a Conrad, a obra será publicada em preto-e-branco e terá em torno de 200 páginas. Rogério de Campos não economiza nos adjetivos ao se referir ao trabalho:
- "é o livro do ano";
- "o texto fundador da cultura ocidental quadrinizado pelo maior artista do Ocidente";
- "está entre as cinco coisas mais importantes dos últimos 30 ou 40 anos."
"Acredito ´piamente´ que este é um livro que deveria estar presente em todas as bibliotecas do Brasil";
"Um livro que os pais deveriam dar para seus filhos adolescentes. E que eu certamente darei de presente para minha filha. Porque quero que ela tenha acesso ao que de melhor a humanidade produziu."
Pode até ser. Mas, até que seja efetivamente lançado no Brasil, as declarações só ajudam a reforçar a expectativa em torno do produto, acentuada pelo marketing editorial.
Robert Crumb é tido como um dos principais autores do movimento "underground" surgido nos EUA na década de 1960. Os trabalhos dele serviram de base para uma geração de outros quadrinistas, inclusive brasileiros.

Lanterna Verde para colecionadores


A Panini vai lançar um livro com as primeiras histórias de Lanterna Verde, publicadas nos Estados Unidos em 1959. A obra terá 164 páginas e capa dura. O preço não foi informado. Mas deve variar entre 35 e 65 reais.
A obra integra a lista de lançamentos da editora para este mês (outubro), divulgada à imprensa na última segunda-feira.
"Lanterna Verde Crônicas" será produzido nos mesmos moldes de "Superman Crônicas" e "Batman Crônicas", que também traziam as histórias iniciais dos dois heróis. A Panini já publicou dois volumes de Super-Homem e outros dois com aventuras de Batman, personagens que pertencem à DC Comics. Eu tenho estas duas edições, do Superman e do Batman, e como membro da Tropa dos Lanternas Verdes, não poderia deixar de ter também em minha estante, as primeiras obras do meu amigo Hal Jordan encadernadas.
A banca do Coliseu, é o local mais provável para se encontrar o livro. Com um pouco de sorte o meu amigo Salvador, do único sebo desta cidade, também deve ter em suas prateleiras em algumas semanas.

Tudo em casa!

Este blog volta à sua programação normal, já que Kalel, meu filho, está em casa e curado da pneumonia que o deixou internado durante oito dias.
Daqui a pouco mais e mais notícias sobre quadrinhos, besteiras, vitupérios e outras interjeições desairosas.
Estamos de volta!